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Mostrando postagens de 2024

Histórias do Futebol Florianense

  Entrevista com Jeremias   Reportagem: Cesar Augusto JOSÉ NEVES DA COSTA (Jeremias) – Década de 50 trabalhou com Zé Caboré na Usina Elétrica Maria Bonita  “Jeremias Lateral do Grêmio de Galdino” “Jeremias” (assim era chamado por causa do nome do seu inesquecível pai), nasceu em Floriano-PI, 28.10.1937, 82 anos, dono de memória privilegiada lembra com detalhes seu tempo de criança e adolescente na beira do Rio Parnaíba, onde morava e trabalhava. Seu pai Jeremias era embarcado no Vapor que fazia travessia – Uruçuí-PI (levava: óleos de coco, tucuns, couros, mandiçoba) para Parnaíba-PI (trazia: sal, querosene, tecidos, calçados, miudezas).  Em 1950 “Jeremias”  trabalhava na Usina Elétrica Maria Bonita, cujo chefe era Sr. Zé Caboré pai do piloto de avião Raimundinho Caboré, que certa vez fazendo piruetas ao passar por baixo do cabo dos pontões de Floriano – Barão, o avião bateu no cabo e caiu no Rio Parnaíba. Na Usina Maria Bonita tinha 4 funcionários da Prefeitura ...

Sinésio do Ferroviario de Floriano

Entre o amor e o desgosto, SINESIO lembra sua passagem pelo futebol O Diabo Loiro foi um dos grandes nomes do futebol amador de Petrolina-PE. Desgostoso com o esporte, o ex-jogador diz que não vai ao estádio há 30 anos. Fonte:  Emerson Rocha /Petrolina-PE Em 1958 a Seleção foi até a Suécia e mostrou ao mundo o verdadeiro futebol brasileiro. Dentro do time dirigido por Vicente Feola, o menino Pelé começava a trilhar seu caminho real. No mesmo ano, mas sem o mesmo glamour, na cidade de Petrolina, no sertão pernambucano, um menino de cabelo amarelo, cheio de habilidade, iniciava sua carreira no esporte mais popular do mundo. Sinésio Valeriano Silva defendeu as camisas do Caiano, América e outros times da cidade, além de ter defendido uma equipe profissional do Piauí. Como muitos que jogaram na sua época, não ganhou dinheiro com o esporte. Hoje, aos 71 anos, deixa escancarada as mágoas que guarda do futebol. – Do futebol eu nunca arrumei nada. Naquela época a gente recebia objeto. Joga...

Gusto dono do Botafogo

Gusto com a esposa Ceiça Fonte: Cesar de Antonio Sobrinho Agostinho da Silva Melo Filho nasceu em Floriano, na rua sete de setembro, em 07 de abril de 1951 e veio a falecer em Marabá, muito moço ainda, com apenas 25 anos. Tinha dois apelidos - GUSTO DO BOTAFOGO OU CABEÇÃO para os “piolhos de bola”, e MELO ( nome de guerra, foi militar ) para os familiares; seu irmão Raimundo Fabrício da Costa e Silva Melo, apelido - FABRÍCIO DO BANGU, 3º e 4º filhos, respectivamente de Seu Agostinho da Silva Melo, 84 anos e há mais de 30 com falência visual e de Dona Algenira da Costa e Silva ( in memorian ). Outros(as) irmãos (ãs), Antonio Melo, Mary, Humberto, Marylane, Orlando e Maryluce. Melo ( Gusto ) era casado com Dona Conceição, “Ceiça”, tem um casal de filhos: Chimel, sua filha, hoje mora com a mãe em Brasília e seu filho Melchi, que mora em Recife. Gusto quando criança já liderava a sua turma, atuante, com 12 anos participou do Grupo de Escoteiros “Melvin Jones”, ao lado de amigos como Harold...

Seleção de Nova Iorque Maranhão 1978

  Melhor time de futebol da cidade de Nova Iorque - MA , de todos os tempos e região, nossa cidade Turística, terra do sol , água e ar, fica localizada no leste maranhense, 500 Km da capital São Luis, banhada pelo Rio Parnaíba, ladeada pela Região Sul do Estado do Piauí, sempre vivemos como uma grande família.  Conheça Nova Iorque - MA, terra querida, pacata,  mãezona,  de gente maravilhosa, simples, acolhedora,   natureza linda em harmonia, desfrutar da praia do cajú, comer peixa assado com uma ceva gelada, beber sucos da região, violência ZERO.      Nova Iorque - MA, recebeu status de Vila pela Lei Provincial nº. 1382 de 11 de maio de 1886 com território desmembrada de Pastos Bons e foi elevado à cidade em 1919, a velha cidade foi inundada pela Hidroelétrica de Guadalupe - PI.   Em Pé: da esquerda para direita, Bento Rego (filho da senhora  Acy Rêgo), Ganjão (vulgo Nego Janga) Abmael (Vulgo Baé - in-memórian), Pedro do Zequin...

GRÊMIO de Galdino 1975

  GRÊMIO DE GALDINO DE 1975  FONTE:  NOSSO AMIGO DIDI FUTUCA.  EM PÉ O EDMILSON CARVALHO (MARIDO DA GUIA BOLA), CARECA, GILETE, ALMEIDA, PEDRÃO, CHICO CARIMBÓ, EDIMAR, GILSON DUARTE, ZÉ ULISSES, JOAQUIM JOSÉ E SEU GALDINO OLIVEIRA.  AGACHADOS O CABRAL, LULÚ DE OSMAN, ZÉ VILMAR (ZÉ LIGEIRO), CORRÓ, DEDÉ, FLEXA E ALMA.  O MASCOTE É ZÉ NETO GADELHA. MAS O FATO CURIOSO, É QUE A SELEÇÃO DE FLORIANO JOGOU UM AMISTOSO COM O TIME DO RIVER DE TERESINA, COM DUILIO E COMPANHIA E A NOSSA SELEÇÃO VENCEU POR UM A ZERO COM GOL DO PONTEIRO ESQUERO ALMA ( foto ). O GOLEIRO DUILIO DO RIVER  DISSE QUE NÃO VIU A BOLA PASSAR POR  CONTA DE UM ATACANTE CHAMADO ALMA (KKK).

Chico Kanguri e suas histórias

    É DO SEU ZÉ LEONIAS - CHAPÉU "SAVIOUR"! CHICOLÉ de Floriano ( grande craque e piolho de bola, o ponteiro esquerdo da foto quando jogou no Palmeiras de Bucar ) era quem dizia prá gente - “Vocês sabem muito bem como fui criado, o meu pai foi muito rígido na criação dos filhos; lá em casa, tinha dia, que quando ele estava zangado, o único amigo que entrava lá e conseguia sair comigo pra jogar era ChicoKangury de Jerumenha. Mamãe gostava muito dele e o seu pai, seu Vicente Kangury era um dos amigos confidencial do meu pai, e o outro era o senhor Antonio Segundo, grande enfermeiro, que ajudava até a operar gente no Hospital. Pois bem, aconteceu de ter um jogo importante em Jerumenha. O papai em casa estava zangado, eu teria que ir escondido e voltar no mesmo dia. O Deoclecinho possuía uma caminhoneta e sempre era o encarregado de ir buscar-me e deixar em Floriano, quando acontecia este impedimento. Distancia de Jerumenha para Floriano, 10 léguas e meia ( 67 km ). O Jogo naquel...

Auto Esporte de Teresina 1975

  Esse é o antigo time do Auto Esporte de Teresina, finalista do Campeonato Piauiense do ano de 1975. À época, essa formação era embuída de empatia e vontade de vencer com o entrosamento dos craques daquele tempo. O ponteiro direito desse time nada mais nada menos era o nosso amigo João José Pereira, hoje Delegado Estadual Aposentado, o JANJÃO, que naquele tempo era considerado o Garricha do futebo piauiense. Habilidade, empatia e velocidade assombrava os adversários. o tempo passou, mas ficaram registrados esses momentos de deleite do nosso futebol. Lamentavelmente, hoje, não se vê mais essa empatia, mas sim oportunidades viciadas que mancham a filosofia do nosso futebol, que sempre foi prestigiado em todos os cantos do Brasil.

Lembranças de JERUMENHA

  Esta é pra CHICO KANGURY - "PÉ EMBOLADO & "SE PEGA"! A foto ao lado foi tirada nas águas do rio Gurguéia, em Jerumenha, quando essas "crianças" aprontavam, jogando bola. Da esquerda para direita, observamos Chico kangury, Chico José, Antonio José do Dió e Firmino Pitombeira. Chicolé conta em sua resenha no site FLORIANO EM DIA, que "após um treino, iam se refrescar nas águas do Rio Gurguéia na cidade de Jerumenha, acho até que ele nem lembra mais. Somos amigos desde a infância. Pois bem, havíamos terminado de preparar um campinho que ficava perto de lá de casa, ali na Eurípides de Aguiar, próximo da casa do Sr. Geraldo Teles, pai do Zé Geraldo, do Carlos, do Nilson, era um time completo na casa dele na época e ao lado da casa do Joaquim José. Existia muito mato por lá, apesar de termos feito uma limpeza no capricho, muito carrapincho, mas restaram algumas raízes. No Jogo de inauguração, eu estava jogando no mesmo time de nego kangury, parece-me que J...

Times Antigos de Floriano

      PALMEIRAS Segundo o Centro Cultural Teodoro Sobral, esse time do PALMEIRAS, foi fundado pelos piolhos de bola José Bruno dos Santos e o famoso Professor de Educação Física Abdoral Alves do Nascimento no ano de 1965. Jogaram nessa boa equipe os fanáticos por futebol Antonio Guarda, Raimundo Bagana, Sadica (cracasso), Miguel (goleiro), Perereca e Bitonho (estes dois vieram do Piauí de Teresina, Zé de Tila e Carlos Pechincha. Time quase imbatível, mas depois vieram outras formações como esse da foto junto com  outros craques de época.

Futebol de Salão

  Time do AJAX Dentro do contexto romântico do futebol de salão de Floriano, na década de setenta, havia um time praticamente imbatível. Era o AJAX, agremiação formada por jovens atletas do Colégio Estadual no ano de 1975. O AJAX jogava por música e foi, na quadra do Comércio Esporte Clube, em 1975, que sagrou-se o campeão do torneio daquela temporada. Sua formação básica, como observamos na foto, enviada pelo nosso amigo Evandro Vieira, tinha o Eduardo ( Jerumenha ), o goleiro Evandro e o meio de campo Carlinhos Meiota. Abaixo, no ataque, nada mais nada menos do que os craques Eloneide e Mocó, que deixavam os adversários sem o mínimo poder de reação. Trata-se de mais um registro da época de ouro de nosso desporto, que os anos não trazem mais, para delírio daqueles que presenciaram esse marco histórico do passado.

Retratos do nosso futebol

  Dentro das quatro linhas, na época romântica do nosso futebol, não tinha pra ninguém. Gestores e futebolistas destacavam-se pela empatia que exerciam no contexto esportivo daquele tempo. Gusto, Rafael, seu Milton, Pompéia, Galdino e um tanto outros que não dá pra listar porque é imensa, mas havia essa epopéia que despertavam toda uma sociedade envolta de projetos para a nossa juventude. Semana do Esporte, Torneios de Férias de Inverno e Verão no Comércio Esporte Clube, Intermunicipal, Campo dos Artistas  e inúmeros campos estaplhados pelos quatro cantos da cidade revelavam craques para o nosso futebol. Essa foto do Cruzeiro ilustra bem essa passagem maravilhosa do nosso futebol. O Estádio Mário Bezerra se tornava um campo de grandes jornadas, principalmente quando veio a Floriano aquele famoso Tiradentes de Alberto Silva com craques como Balula, Tinteiro e o famoso técnico Castilho. Atualmente as modalidades são outras. Floriano está sem calendário, mas ainda alimentamos a e...

Retratos do nosso futebol

 RENO ESPORTE CLUBE Dentro do contexto romântico do nosso futebol, Floriano detinha a expressão de gestores empolgados com a empatia que o futebol proporcionava à sociedade local, dentre os quais o piolho de futebol José Amâncio , gestor e precursor de lances que o esporte bretão exaltou na época de ouro do nosso futebol. O time do Reno era uma tradicional equipe que participava sempre das principais competições a nível local e uma das suas melhores formações é essa (da foto), quando José Amâncio convocara para disputar aqueles belos torneios de antigamente. Podemos destacar dessa época na escalação o Zé de Rita, Vicente Xeba, Miguel da Véa Bela, o goleiro Guiné, Pedim do Ouro e o lateral Neco em pé. Já agachados o saudoso ponteiro Paulo Borges que o ví jogar no Estádio José Meireles (Ferroviário), o alfaiate José Fernandes, Chapéu, Quinto e Gildécio agachados. Hoje padecemos e carecemos de competições que possam alavancar a auto estima da juventude. O que se vê atualmente são fest...

GRÊMIO – CAMPEÃO SENSACIONAL

  PARA O RESGATE DA MEMÓRIA DA CIDADE " UMA CIDADE SEM MEMÓRIA É UM POVO SEM HISTÓRIA " DOS ANOS QUARENTA AOS DIAS ATUAIS: O FUTEBOL DA CIDADE GRÊMIO – CAMPEÃO SENSACIONAL Por – Carlos Augusto ( o Pompéia / in memorian ) Transcrito do JORNAL DE FLORIANO DE 23 A 29 / 12 / 1979 Grêmio e Ferroviário realizaram no último domingo, no estádio Mário Bezerra, uma das partidas mais bem disputadas e emocionantes dos últimos tempos em nosso futebol. Uma partida que durante toda a semana movimentou todos os desportistas locais, os quais esperavam com muita ansiedade o momento da pugna. Foi grande o número de apostas na cidade, já que Grêmio e Ferroviário possuem, inegavelmente, as duas maiores torcidas da Princesa do Sul. MOVIMENTO DO PLACAR Sabendo que o Grêmio se constituía num sério e terrível adversário, a moçada do Ferroviário entrou em campo disposta a decidir o jogo logo nos primeiros minutos, aproveitando-se do melhor entrosamento. Zé Bruno fazia o primeiro gol do enco...

Cangati - RIFIRI, É DURO APANHAR, JAMÉ!

  CANGATI é um fenômeno, vem ano, passa ano e ele continua a mesma coisa: nem diminui nem cresce, mas deixou de beber. Detalhe: agora, ele anda numa bicicleta proporcional a sua altura, parece um menino, mas deixa pra lá, pois não somos da pastoral da criança para estarmos medindo as pessoas. Cangati no futebol já foi de tudo, dono de time, treinador, roupeiro, bandeirinha e, por último, rifiri que por sinal dos bons. Uma passagem interessante desse famoso piolho na epopéia do estádio Mário Bezerra, quando Cangati era escalado para apitar, alguns jogadores mais desaforados, por serem maiores que ele, aproveitavam algumas deixas e o agrediam com pontapés (pensando que era um saco de lutador de boxe). Alguns torcedores, porém, invocados com aquele procedimento inadequado por parte de alguns atletas, decidiram fazer uma vaquinha e compraram um peixeirinha de 2 polegadas (só servia para tirar escama de peixe), e deram para o nosso herói, orientando-o: - Se partirem para lhe agredir, se...

Decisão do Campo dos Artistas

   Botafogo de Gusto e Fluminense de Everton disputavam a grande decisão do momento naquele domingo quente de julho no Campo dos Artistas.  O detalhe é que o seu principal jogador, o Luiz Alberto, estava atrasado para o embate, por conta de que ainda não tinha enchido os potes, obrigação diária imposta pela sua genitora, a dona Maria Clinaura.  Depois de completada essa tarefa, dona Maria Clinaura libera o menino e esse corre em disparada para o campo, de forma que desse tempo de jogar o restante da partida.  Tendo em vista que o seu reserva CAFÉ o estava substituindo, provisoriamente, Ubaldo grita: "eita, Café, lá vem Luiz Alberto, ó..." Sabendo que iria ser mesmo substituído, Café simula uma contusão e cai, bufando: "rapaz, peguei uma fisgada aqui no joelho, ó... Vou ter que sair!"

FLUMINENSE DE TERESINA 1975

Em 1975 o Fluminense de Teresina ainda destacou-se e assustava adversários como River, Flamengo e Tiradentes com aquela formação e a direção de desportistas comprometidos com o nosso desporto. À época, o futebol piauiense brilhava dentro de um contexto positivo e passava para os torcedores um brilho gigantesco, fazendo os nossos estádios ficarem lotados. Acima, na foto, disputando o campeonato piauiense, observamos o Fluminense de 1975no estádio Albertão, com a escalação de Paulo Henrique, Wilson, Brígido, Valdivino, Luiz e Cesar em pé da esquerda para a direita; Agachados, observamos o Antonio Wilson, Bola Sete, Mota, Gonçalo e Jair na ponta esquerda. Atualmente, o futebol requer recursos e os investimentos são poucos. Nossos times não conseguem mais estabelecer planejamentos consistentes pra que o nosso futebol volte a brilhar.

Retratos do nosso futebol

  O LANCHE DECISIVO O time do Palmeiras de Bucar participava de uma grande decisão na vizinha cidade de Guadalupe, por volta de 1965, mas como a estrada de acesso estava em péssimo estado de conservação, necessariamente, tiveram que viajar numa kombi pelo lado do Maranhão. O time de Floriano, basicamente completo, com seus 11 titulares, de forma que quando chegaram nas proximidades de Boa Esperança, surpreendentemente, teriam que atravessar o Parnaiba de canoa à vela. De repente, quando o jogador Sadica percebeu que o rio estava cheio e a correnteza forte, foi logo se alterando: - Porra, vocês sabem muito bem que eu não sei nadar; portanto, tô fora desse jogo! Vão vocês! Eu não vou, certo? A preocupação era deveras delicada naquele momento com o nosso craque Sadica, sabendo todos que a sua presença dentro de campo era fundamental naquela grande final e, por unanimidade, a pressão era necessária: - Ora, ora, tu num vai o quê, homem de Deus! Hoje, tu vai ter que aprender a nadar; ou ...

Álvaro, o arqueiro elástico

  HOMENAGEM AO GOLEIRAÇO DO CORISABBÁ  ÁLVARO  Álvaro Alexandre da Silva, nasceu em Campina Grande-PB em 30.03.1971, casado com a Sra. Jacira Maria Lima, agradecem pelos filhos que Deus os deu: Walkyson Ellery, Anália Priscilla e Douglas Fernando, funcionário Municipal, no estádio Tiberão onde foi Campeão Piauiense de Futebol de 1995 pelo Corisabbá. Num papo descontraído com Álvaro, foi surgindo perguntas e respostas interessantes. - Como você chegou ao time Corisabbá? - Foi através do Arrudá Bucar, torcedor fanático do Ceará, e nos conhecemos em Fortaleza-CE. - Como foi o convite para você jogar no Corisabbá? - O início da minha carreira foi no Campinense, depois no América até chegar ao Ceará Sporting. Fiquei parado por um tempo, e voltei para Campina Grande-PB, quando fui contatado pelo Arrudá, me convidando para jogar em Floriano-PI, topei na hora, isso aconteceu em 1992, quando cheguei fiquei maravilhado com a cidade e com a organização da diretoria, com planejamento...