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Mostrando postagens de abril, 2021

Retratos do nosso futebol

  Hoje é um dia especial para o futebol florianense! 70 Anos de José  Luiz Gonzaga. Exemplo de Atleta "GONZAGA" nasceu em Floriano-PI,  em 27 de Abril de 1951, o craque, goleador, centroavante nato, artilheiro,  bom cabeceador,  rápido, habilidoso e driblador por vocação. Começou nos campinhos de areião, jogou no famoso BOTAFOGO de Gusto, um timaço dostempos do campo dos artistas com Manoel António,  Gilmarinho, Bento,  Bago, Mundeiro, Pedro Taboqueiro,  Zeca Zinidô e outros. No Reno de ZÉ Amâncio,  jogou ao lado de Jolimar, Selvu e já  no Grêmio de Dr. Calistinha e Galdino Oliveira se consagrou com vários craques: Mocó,  Flexa, Pedrão, Neto, Edmar, Edvar, Chicão, Honório Paulinho, Marquinho e tantos outroscraques. Outros times que também se consagrou foram o América  de António Martins, Sambaiba de Bazué, Vila Nova de Elias Rocha, time de Chico Urquiza, onde enfrentou zagueiros fortes na marcação: Senhor,  Ca...

Histórias do nosso futebol

  TORNEIO DO CAMPOR DOS ARTISTAS ERAM, ainda, os idos dos saudosos anos sessenta. Como sempre tenho abordado, o Campo do Artista era o palco dos campeonatos amadores de Floriano, o qual tinha como pano de fundo um frondoso cajueiro, onde se agrupavam atletas, cartolas, enfim, todos aqueles que, de certa forma, ajudavam ou atrapalhavam os espetáculos futebolísticos. Pois bem, chegara, então, o dia do torneio início daquela temporada, torneio esse que preambulava o campeonato de amadores. Campo do Artista - 1964. Para a realização de tal evento, o Gusto, dono do time do Botafogo, e seu presidente, e também como membro da liga organizadora do campeonato, encomendara ao senhor Raimundo Beirão, renomado carpinteiro da cidade, as traves que seriam postadas no estádio. Como combinado, tudo foi feito. Confeccionadas as traves, foram estas cuidadosamente fincadas nos extremos do campo, nos seus mínimos detalhes, como exigido nas regras do futebol. O campo estava uma beleza e ...

FALECEU O NOSSO AMIGO JUVENAL

  Faleceu hoje no Hospital Tibério Nunes, em Floriano, o nosso amigo Juvenal, irmão de Agnia, Agnone e Deloide de infarto fulminante. Juvenal atravessava um momento difícil e estava fazendo tratamento saúde. Era filho de seu Domingos (magarefe) já falecido e de dona Canuta, também já falecida.   Juvenal tinha em torno de 66 a 67 anos e foi um dos incentivadores e entusiasta do esporte de Floriano. Foi juiz de futebol na cidade e participava de diversas atividades sócio recreativas na Princesa do Sul.    Estávamos dando umas voltas por entre ruas e becos da cidade, ali, pelo rumo dos antigos americanos, quando nos deparamos com alguns amigos de outrora num barzinho na altura do final da rua Defala Attem, já chegando no Anel Viário. Começamos a bater um bom bate papo eu, o Juvenal ( irmão de Deloíde ), e Paulo ( irmão de Nitinha ), relembrando a infância apreciando uma cervejinha de leve. Juvenal fazia parte da liga dos árbitros de futebol da Floriano, ví ...

Retratos do nosso futebol

  Esse time aí da foto, foi um dos mais cruéis contra os seus adversários naquela época dos torneios de futebol de salão de Floriano na quadra do tradicional Comércio Esporte Clube. Diversos seguimentos sociais davam cobertura a esses eventos esportivos e a comunidade participava de forma provocante e assimiladora no contexto educativo da cidade. O torneio daquele período, o Férias de Verão, tinha o time da AABB (foto) com um elenco que não dava chance aos adversários. Ganhava todas e os torcedores ficavam entusiasmados. Na escalação acima, podemos observar os piolhos de bola Bebeto Lobo, Arnaldo, Quinto, Gilmar Duarte, Rui (Banco do Brasil), Chico Bailarinho, Cleber, Puluca e Antonio Luiz Bolo Doce. Atualmente, não estamos observando mais nenhum evento que possa revitaliza as nossas atividades sócio recreativas.

Retratos do nosso futebol

  CHEQUINIM ... e o vento levou! Em meados dos anos noventa, domingo em Parnaíba, sol, muito vento, mulheres belíssimas; ocorre que de repente um carro de som passa na praia e anuncia um dos grandes clássicos do futebol piauiense, o duelo das cidades-princesas, o representante do Iguaraçú, Parnaíba versus Corisabbá da Princesa do Sul. Largamos tudo e fomos assistir o espetáculo. Início de jogo, o vento fortíssimo e o esquadrão azulino, muito esperto, escolhera ficar a favor do vento, diga-se de passagem o 12º jogador, e não deu outra: em poucos minutos, o primeiro gol da peleja, o vento tornou num despretensioso chute, um verdadeiro petardo (lembrando o craque Tassú) a favor do Parnaíba; no entanto, o Cori-Sabbá, um time guerreiro, partiu pra cima, mas não estava dando, pois o vento tornara-se uma grande barreira. Encerrado o primeiro tempo, um a zero a favor do tubarão. Vem o segundo tempo, cori indo para o abafa e o vento, agora, a nosso favor, chutão pra cá ...