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Mostrando postagens de outubro, 2023

Retratos

  Time do Bosque 1972 A Década de 1970, o nosso futebol ainda dava sinais de romantismo e dedicação, sem a interferência externa de vícios ou grana. A intenção era nada mais nada menos do que amizade, fortalecimento das atividades sócio recreativas e incentivo à uma realidade de motivação e crescimento espiritual e esportivo. Dentro desse contexto, vários seguimentos, entusiastas, líderes e motivadores criavam e expressavam suas atividades dentro daquilo que sabia fazer,fazendo uma movimentação ideológica e inspirativa para a sociedade local. O time do Bosque (foto acima) foi uma das expressões dos anos de 1970, quando em vários bairros de nossa cidade se praticava esporte. Havia vários torneios, campeonatos e amistosos nos quatro cantos da cidade, onde a curriola, incautos e torcedores ajuntavam-se para torcer pelos seus craques. Podemos relacionar o pessoal acima, segundo mais uma pesquisa do nosso amigo Cesar de Antonnio Sobrinho, observamos em pé os piolhos de bola Nazareno (en...

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  1o. de Maio 1970 JOGOS ESCOLARES Essa é do fundo do baú! Acervo do nosso amigo Holandinha. onde podemos avistar conhecidos piolhos de bola. Essa foto é do ano de 1965 no estádio do Ferroviário José Meireles. Em pé temos o Antonio Mota de Augusto, Júlio Gago, Siqueira, o goleiro Antonio João, irmão de Jumentinha, Roberval de Chico Batista e Juriti. Agachados: Holandinha, Chico Borracheiro, João de Deus de Vicente Roque, Rômulo, Zé Vilmar de Nelson Oliveira e Mazinho também filho de Augusto Mota. Época lírica do nosso futebol, que os anos não nos trazem mais.

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  CONVERSAS DA TARDE Finalzinho de tarde Estava toda a família ali na calçada conversando, como era de costume toda tardinha. Eu e o Baldo dormíamos na casa da Dindinha e quando era cerca de 6:00 a 6:30, boquinha da noite, a Dindinha chamava: - Daço, Ubálido, vamo durmir que tá na hora!  E muntava eu e Baldo cada  num lado dos quarto. Tio Melo e papai (Mestre Walter) olhavam praquela arrumação e ralhavam: -  Mas siô, onde já se viu. Deixe de sê besta, dona Antonia, bote esses muleques pra andar! E a Dindinha:  - Deixe, que os quarto é meu. Aí eu e Ubaldo deitávamos  a cabeça no ombro da Dindinha pra dizer que estávamos mortos de sono e que não nos aguentávamos em pé.  Ah, tempinho bom! Dácio Melo (filho de Mestre Walter)