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Álvaro, o arqueiro elástico

  HOMENAGEM AO GOLEIRAÇO DO CORISABBÁ  ÁLVARO  Álvaro Alexandre da Silva, nasceu em Campina Grande-PB em 30.03.1971, casado com a Sra. Jacira Maria Lima, agradecem pelos filhos que Deus os deu: Walkyson Ellery, Anália Priscilla e Douglas Fernando, funcionário Municipal, no estádio Tiberão onde foi Campeão Piauiense de Futebol de 1995 pelo Corisabbá. Num papo descontraído com Álvaro, foi surgindo perguntas e respostas interessantes. - Como você chegou ao time Corisabbá? - Foi através do Arrudá Bucar, torcedor fanático do Ceará, e nos conhecemos em Fortaleza-CE. - Como foi o convite para você jogar no Corisabbá? - O início da minha carreira foi no Campinense, depois no América até chegar ao Ceará Sporting. Fiquei parado por um tempo, e voltei para Campina Grande-PB, quando fui contatado pelo Arrudá, me convidando para jogar em Floriano-PI, topei na hora, isso aconteceu em 1992, quando cheguei fiquei maravilhado com a cidade e com a organização da diretoria, com planejamento...

Gol replay do Campo dos Artistas

  Um dos pontos mais fortes de Luiz Orlando, ex- craque do futebol de poeira de Floriano, no período romântico, (  ele é o ponta de lança da foto ao lado do time do Cruzeiro de 1971 no Mário Bezerra  ),  era a catimba e, inclusive, ele destaca um lance engraçado, que ele contava sempre com saudades: “tratava-se de uma partida disputadíssima, acirrada no Campo dos Artistas, por volta de sessenta e sete. Botafogo de Gusto contra o nosso maior rival, o Flamengo de Tiberinho (perder pra eles era um trauma terrível), até hoje esse lance é conhecido como o GOL REPLAY, sem televisão, pode? Mas você vai perceber como pode. Começa o jogo e, logo aos vinte minutos, o Flamengo de Tiberinho faz 1 a 0. Encerrado o primeiro tempo, no intervalo, conversamos o que poderíamos fazer, o jeito era ir pra cima, para o ataque, não podíamos de maneira alguma perder essa grande decisão. Bola rolando na segunda etapa e, logo na metade do tempo, há uma falta a nosso favor, próximo da gr...

River de 1958

   O futebol de Floriano e de outras cidades, como Picos, Oeiras, Guadalupe nos anos de 1960 prosperava o amadorismo e despertava o interesse de apaixonados empresários e políticos a região ao ponto de se consagrarem na sociedade de suas cidades. Seu Milton das Casas das Roupas, o antigo vereador Desdete Macrrão (entusiasta), Merval Lúcio, Nelson Oliveira, Nazareno Araújo, Luiz Meireles e tantos outros trabalhavam em torno do desenvolvimento do nosso futebol com o Ferroviário de Floriano, que chegou a disputar o campeonato piauiense nos anos de 1964, 1965 e 1966 fazendo boas campanhas. Pompéia, SADICA, Rômulo, Zequinha, Vicentinho, Valdivino, Lino, Veludo, Didi, Sóstenes, Fortaleza, Popó, João Maiô, Cristovão, Zezeca, Jeremias e tantos outros aos domingos brilhavam no estáddio José Meireles. Na foto acima, do acervo do nosso amigo Severino Filho, observamos à direita, agachado, o nosso craque Sadica, quando passou pelo River no ano de 1958, sagrando-se campeão naquela temporad...

Reencontro de craques

  A Associação Atlética do Banco do Brasil - AABB foi palco no último final de semana de um reencontro de larga envergadura, porque recebeu vários craques do passado do nosso futebol. Além da boa resenha e várias e gargalhadas, esses antigos craques brindaram a presença de Almir, Ubaldo, Alderico, César, Moco e outras feras, relembrando suas facanhas no contexto do nosso futebol romântico.  É preciso retomarmos a nossa hegemonia e inspirar a juventude local a buscar novas filosofias para ganharmos novas taças. 

Pé embolado

  Esta é pra CHICO KANGURY - "PÉ EMBOLADO & "SE PEGA"! A foto ao lado foi tirada nas águas do rio Gurguéia, em Jerumenha, quando essas "crianças" aprontavam, jogando bola. Da esquerda para direita, observamos Chico kangury, Chico José, Antonio José do Dió e Firmino Pitombeira. Chicolé conta em sua resenha no site FLORIANO EM DIA, que "após um treino, iam se refrescar nas águas do Rio Gurguéia na cidade de Jerumenha, acho até que ele nem lembra mais. Somos amigos desde a infância. Pois bem, havíamos terminado de preparar um campinho que ficava perto de lá de casa, ali na Eurípides de Aguiar, próximo da casa do Sr. Geraldo Teles, pai do Zé Geraldo, do Carlos, do Nilson, era um time completo na casa dele na época e ao lado da casa do Joaquim José. Existia muito mato por lá, apesar de termos feito uma limpeza no capricho, muito carrapincho, mas restaram algumas raízes. No Jogo de inauguração, eu estava jogando no mesmo time de nego kangury, parece-me que J...

Retratos do nosso futebol

  Campo dos Artistas PARA O RESGATE DA MEMÓRIA DA CIDADE " UMA CIDADE SEM MEMÓRIA É UM POVO SEM HISTÓRIA " DOS ANOS QUARENTA AOS DIAS ATUAIS: O FUTEBOL DA CIDADE GRÊMIO – CAMPEÃO SENSACIONAL Por – Carlos Augusto ( o Pompéia / in memorian ) Transcrito do JORNAL DE FLORIANO DE 23 A 29 / 12 / 1979 Grêmio e Ferroviário realizaram no último domingo, no estádio Mário Bezerra, uma das partidas mais bem disputadas e emocionantes dos últimos tempos em nosso futebol. Uma partida que durante toda a semana movimentou todos os desportistas locais, os quais esperavam com muita ansiedade o momento da pugna. Foi grande o número de apostas na cidade, já que Grêmio e Ferroviário possuem, inegavelmente, as duas maiores torcidas da Princesa do Sul. MOVIMENTO DO PLACAR Sabendo que o Grêmio se constituía num sério e terrível adversário, a moçada do Ferroviário entrou em campo disposta a decidir o jogo logo nos primeiros minutos, aproveitando-se do melhor entrosamento. Zé Bruno fazia o primeiro gol...

São Paulo de Carlos Sá

Dos tradicionais torneios do futebol amador florianense dos anos sessenta, conseguimos descobrir, do fundo do baú, o time do São Paulo de Carlos Sá, filho de Geraldo Teles, campeão do torneio da temporada do ano de 1964. A foto ao lado, os campeões Pedro Hélio (filho do maestro Eugênio), Jolimar (jogava de goleiro à época e, segundo dizem, mora em São Paulo), Caçula, Carlos Sá (dono do time), Gerôncio e Bento em pé.   Chico do Campo (hoje, professor aposentado em Floriano), Beca (funcionário do BNB em Teresina), Danúnzio (in memorian), Caçula (funcionário da CEF em Teresina) e Chiquinho (mora em Brasília atualmente).   A foto acima foi tirada pelo piolho de bola Agnia de frente à normal do famoso Campo do Artista.