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MEMÓRIA DO FUTEBOL

TRIBUTO AO CRAQUE VICENTINHO Elmar Carvalho Ontem à tarde, pelo whatsapp da Fátima, recebi do professor Zé Francisco Marques a infausta notícia de que o craque Vicentinho havia falecido. Ainda me recuperando de uma pequena cirurgia, mais tarde, no blogue Super Campo Maior, da jornalista Luselene Macedo, colho as seguintes informações: “Vicente Chagas do Nascimento, faleceu na manhã desta quarta-feira (07/08), em Teresina, no hospital, onde estava internado há mais de um mês, em consequência de uma pneumonia e há 15 dias ele sofrera um Acidente Vascular Cerebral AVC, que o levou a óbito. Vicentinho tinha 76 anos de idade. Ele nasceu a 15 de janeiro de 1944, em Fortaleza, Ceará. Foi casado com Luzia de Melo, de quem era divorciado e com quem teve três filhos: João Henrique de Melo Nascimento (Professor de educação física no Colégio Patronato N. Senhora de Lourdes), casado; Sheila Maria de Melo Nascimento, casada, e Suderlan de Melo Nascimento (in memoriam). Deixou 6 netos. ...

MEMÓRIA DO FUTEBOL

FERROVIÁRIO - 1980 Voltando ao tempo, temos aí uma foto correspondente ao período romântico em sua última intância. Nada mais nada menos do que o famoso Ferroviário de Zé Bruno, que disputou grandes decisões nos anos setenta. São conhecidos na foto o goleiro Marquinhos, Chiquinho, Mindim, Teodoro, Edmar e Carlos Alberto em pé; Dedé, Paqueroti, Zé Bruno, Paulinho, Neide e Cícero, craques do passado em decisão no estádio Mário Bezerra. Havia uma parceria, uma união, onde todos costumavam correr para a vitória. Atualmente, o nosso futebol anda devendo, sem motivação e sem mais aquela garra que elevou a grandeza do nosso futebol de poeira.

HISTÓRIAS DO NOSSO FUTEBOL

Botafogo da Normal Botafogo da Normal De pé, o Abdias, Dercy, Val, Júlio e Gilberto Jr; Agachados, o Fernando, Bilfran, Zeza,Júlio Damião e walmir. Observações: Abdias (Dirrinha) é filho de Adeval Pereira, Dercy e Agente Penitenciário trabalha em Parnaíba,  Júlio César é meu irmão,  Fernando é filho de Damião, Bilfran é filho de Chica Pereira e Júlio Damião é filho de Damião.

Retratos do futebol de Floriano

Flamenguinho de Tiberinho FLAMENGO DE TIBERINHO ANO - 1964. LOCAL - ESTADIO JOSE MEIRELES ( campo do Ferroviário ). EM PÉ - PULUCA ( jogando pelo Botafogo de Gusto ), PEDRINHO TABOQUEIRO ( in memorian ), LUIZ BOGÓ ( primo de Janjão ), GERÔNCIO, LUIS PARNAIBA ( que morva na Taboca e fundador do Santos ), TIBERINHO ( in memorian ), LUIZ ORLANDO ( in memorian ) E PINGUIM. AGACHADOS - RAIMUNDINHO, MIGUEL DE DONA BELA E SIQUEIRA. AS CAMISAS FORAM COMPRADAS NA TRADICIONAL CASA DAS ROUPAS ( localizada na praça Coronel Borges ). AINDA SÃO CONHECIDOS, DENTRE OUTROS, O NOSSO AMIGO DEDÉ CARVALHO ( irmão de Paleca ), NONATINHO ( Irmão de Puluca ), SOLETA, PEDIM ( irmão de Da Cruz ), DANUNZIO e SEBASTIAO ( irmão de Luiz Orlando ), todos esperando o jogo começar.

Retratos do nosso futebol

Ferroviário de Floriano Time do Ferroviário Atlético Clube dos anos cinquenta, quando havia uma certa empatia dos dirigentes com o esporte local. Período romântico. Nelson Oliveira, o arqueiro do Ferrim à época, comandava a zaga daquele timaço. Epopéia lírica do esporte da Princesa do Sul, que os anos não trazem mais. No momento, precisamos reverter o quadro negativo que abate o nosso futebol. Os dirigentes precisam unir as forças para revitalisar o nosso esporte. Talvez uma cooperativa, ou até vontade própria, alguma iniciativa que possam fazer a diferença. O que não se pode mais admitir são os micos que estamos pagando no contexto atual. Ainda há tempo de renovar!

Retratos do nosso futebol

RETRATOS Esse time aí ( foto ) me parece mais o time do Náutico da rua Sete, jogando do estádio Mário Bezerra, naqueles acirrados campeonatos orientados pelo mestre Pompéia na década de setenta. À época, havia emoções fortes na trajetória lírica de nosso futebol, quando tudo era simples e se praticava um esporte voltado para a pura diversão e entretenimento. Podemos reconhecer, nessa figura antiga, o Amaral ( filho de Luiz Sansão ), Boião, o dirigente Adeval Pereira, o Pinguim, Roberto Holanda, o zagueiro Teodoro, Buema, Raimundo Galeria e os meninos querendo chupar picolé. Época romântica, onde havia sinceridade, oportunidade e falta de grana, mas se construía uma vida de luta, perseverança e muita vontade de vencer as adversidades que a vida implacavelmente nos colocava à prova para seguir em frente.